As Escolas Prescritivas da Estratégia, uma Crítica

Foco na performática utilitarista, universalismo simplista, autossuficiência pueril, assim como a arrogância metodológica subjacente, são características marcantes das escolas prescritivas de estratégia. Não é por acaso que o mundo da empresa se firma sobre muitas das premissas e pressupostos compartilhados por essas escolas de pensamento. São, de fato, a imagem e a semelhança da presença global norte-americana no século XX.

Resenha: “Teorizando com a Grounded Theory”

Esta resenha aborda um trabalho de Barney Glaser sobre sua famosa contribuição para a metodologia científica, a grounded theory. Mais especificamente, o autor trata de como a formulação de conceitos pode auxiliar no surgimento de uma teoria fundamentada, a seu ver  a partir da correta apreensão, tratamento e articulação de padrões sociais provenientes de dados empíricos coletados através de pesquisa.

Sobre o Futebol no Brasil e na Europa

Comparar o Brasil com a Europa é injusto em diversos níveis. O primeiro e mais evidente é o da disparidade financeira. Mas, ainda, enquanto que o Brasil pegou um esporte insosso e elevou ao nível da arte com Pelé, Leônidas da Silva, Rivelino, Tostão, Zico, Falcão, Careca e muitos outros, a Europa veio e transformou numa fábrica. Há uma disparidade de alma que, infelizmente, estamos importando. A morte do futebol será num estádio inglês lotado, com os melhores atletas do mundo se engalfinhando pela grana, para uma plateia que não se importa com eles. A cor e o brasão dos clubes não importam.

A “Função” de uma Teoria Crítica

Assim, ao mesmo tempo em que as teorias críticas buscam um rompimento com a ciência tradicional na forma de produzir conhecimento, também se posicionam contra as formas de opressão alimentadas pelo esclarecimento. Em suma, o objetivo mais profundo de uma teoria crítica é, portanto, a emancipação.

Resenha: “Análise de Conteúdo”

Análise de conteúdo de Maria Laura Franco[1] é um breve texto introdutório acerca desta técnica de pesquisa, trazendo esboços das principais questões envolvidas, mas principalmente uma lista de passos relevantes para seu planejamento e aplicação. O objetivo do trabalho é o de apresentar a análise de conteúdo como método que serve também para pesquisa crítica.

O Quê e o Porquê da Crítica Radical

A crítica radical visa mostrar os porquês, a causas de tudo que aflige o mundo e, assim, indicar novos caminhos, soluções. Pretende impedir que a realidade seja conhecida exclusivamente a partir da perspectiva de quem está vencendo, dado que a supremacia daqueles no topo depende, é sustentada sobre os ombros do povo. Por conta disso a crítica não pode ser vazia de conteúdo, nem isenta de método. Nesse sentido, pode-se dizer que a crítica é, talvez, a atividade humana mais necessária e urgente. Afinal, o avanço deriva do reconhecimento da necessidade de mudança.

Lula está certo, foi golpe!

O impeachment da Presidenta Dilma Rousseff em 2016 foi um golpe. Pomposo em seu espetáculo operado por bandidos, aceito por covardes e comemorado por pessoas apodrecidas, não passou de mais um crime contra a democracia e o Estado de direito. Nisso, a verdade prevalecerá.

Para uma reflexão sobre a governança corporativa*

Dentre os inúmeros modismos na gestão de empresas, a terminologia governança corporativa emerge, sem dúvida, com mais propriedade e estrutura. Fundamentado num fenômeno real, remetendo às questões sobre controle de propriedade das firmas, a qual a teoria gerencialista de Edith Penrose e John Kenneth Galbraith aproveitou para declarar o surgimento de uma nova ordem gerencial tecnocrática, a governança corporativa representa a reação dos proprietários das firmas diante do crescimento do poder das administrações profissionais.

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